Renda Fixa: O Que É, Tipos e Como Escolher

Entenda renda fixa de uma vez: CDB, LCI, LCA, Tesouro, debêntures. O que rende mais e qual escolher para cada objetivo.

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Renda fixa é onde mais de 80% dos brasileiros que investem colocam o dinheiro. E por uma boa razão: é previsível, segura e simples.

O que é

Você empresta dinheiro para alguém (governo, banco ou empresa) e recebe juros conhecidos desde o início. Por isso "fixa" — você sabe (ou estima bem) quanto vai receber.

Os principais tipos

Tesouro Direto

Você empresta para o governo. Mais seguro do mercado.

  • Tesouro Selic: acompanha a Selic. Ideal para reserva de emergência.
  • Tesouro Prefixado: taxa fixa. Bom quando juros estão altos.
  • Tesouro IPCA+: rende inflação + uma taxa. Protege seu poder de compra.

CDB

Você empresta para um banco. Garantido pelo FGC até R$ 250.000 por banco.

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  • Rende em % do CDI (próximo da Selic).
  • Quanto menor o banco, maior o juros oferecido.

LCI e LCA

Como o CDB, mas isentos de Imposto de Renda. Costumam ter prazos de carência.

Debêntures

Você empresta para empresas. Mais arriscado, mas pode pagar mais. Algumas são isentas de IR (incentivadas).

Como escolher

Objetivo Melhor opção
Reserva de emergência Tesouro Selic ou CDB com liquidez diária
Curto prazo (1-2 anos) CDB, LCI/LCA pós-fixado
Médio prazo (3-5 anos) Tesouro Prefixado ou IPCA+
Aposentadoria (10+ anos) Tesouro IPCA+ longo

Tributação

  • Tesouro e CDB: IR regressivo (de 22,5% a 15%, conforme prazo).
  • LCI, LCA, debêntures incentivadas: isentos de IR.

Conclusão

Renda fixa é a base do patrimônio de qualquer investidor. Comece por ela, domine os tipos e só depois pense em renda variável.

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