Empréstimo Pessoal: Quando Vale a Pena (e Quando Não)

Saiba quando o empréstimo pessoal faz sentido, como comparar taxas e o que avaliar antes de assinar.

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Empréstimo pessoal pode salvar — ou afundar — sua vida financeira. A decisão depende de três fatores: motivo, taxa e prazo.

Quando vale a pena

  • Trocar dívida cara por dívida barata. Sair do rotativo do cartão (14% a.m.) para um consignado (1,8% a.m.) é uma das melhores decisões financeiras possíveis.
  • Emergência real sem reserva e sem outra opção.
  • Investimento que gera renda imediata (equipamento de trabalho, por exemplo).

Quando NÃO vale

  • Para viajar
  • Para presente
  • Para pagar outra dívida sem mudar o comportamento que causou
  • Para "completar" uma compra que você não pode pagar

Como comparar

Compare sempre o CET (Custo Efetivo Total), não a taxa nominal. O CET inclui juros, IOF, seguros e tarifas — é o que você realmente paga.

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Tipos do mais barato ao mais caro

  1. Consignado (desconto em folha): 1,5% a 2,5% a.m.
  2. Com garantia (imóvel ou veículo): 1% a 2% a.m.
  3. Pessoal sem garantia: 4% a 8% a.m.
  4. Cheque especial: 8% a 14% a.m.
  5. Rotativo do cartão: 14%+ a.m.

Simule antes de assinar

Antes de pegar qualquer empréstimo, simule a parcela e o total pago para entender o real impacto no seu orçamento.

Conclusão

Empréstimo é ferramenta, não solução. Use só quando o custo for menor que o problema que ele resolve.

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